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Arquivo para maio, 2010

Factóide politicamente incorreto

21 de maio de 2010

O responsável pela magnífica construção da Cidade da Música, que consumirá ao todo R$ 670 milhões dos cofres públicos, sete vezes mais do que o valor inicialmente estimado, conta mais uma de suas histórias. Desta vez, usando o meu nome. Disse em sua última newsletter, que ”Aspásia, quando militante do PP, ocupou a secretaria executiva do ministério de meio ambiente de FHC, cujo titular era Gustavo Krause do PFL (hoje DEM), numa relação harmoniosa”.
Quanto à Secretaria Executiva do Ministério de Meio Ambiente de FHC, ao lado do Krause, tudo certo. Apenas uma ressalva. Como dizia a saudosa Ruth Cardoso: “Gustavo Krause é do PFL do Bem”. Preciso dizer mais?
Também não posso negar o quão surpresa fiquei ao saber que já fui “militante do PP”. Não é segredo para ninguém que, por conta da minha atuação à frente do IPEA, tive a honra de ser indicada ao cargo da Secretaria por André Franco Montoro, PSDB, presidente de honra e um de seus fundadores, político sério, de conduta ilibada.
Para fechar, o factóide aponta o fato de eu ter liderado o movimento de desfusão, Autonomia Carioca, como “o único alerta que poderia prejudicar Gabeira fora da Capital”. Não entendi… Ou eu não entendi o que ele quis dizer, ou, e mais provável, ele não entendeu nada do que foi o movimento.
À época, a proposta de revalorização e rediscussão da Guanabara, a cidade do Rio de Janeiro, foi legítima. E muito. Tanto quanto a atual discussão em torno da questão da Região Metropolitana.  
Essa é a lógica dos factóides politicamente incorretos: tentar embaçar a verdade e a competência alheias em prol de interesses, ao mesmo tempo, óbvios e escusos.

Sigo na unidade verde e com Marina presidente!

19 de maio de 2010


Poucas vezes uma pessoa tem alegria como a que eu tive no domingo, na pré-convenção do PV na Baixada Fluminense. Ver e participar de uma mesa bem composta, em torno de uma candidata à presidência como Marina Silva, realmente foi marcante. O início de uma caminha histórica. Não tenho dúvidas.
Como pré-candidata ao Senado pelo PV e dirigente da Executiva Nacional, sinto que acertamos ao escolher a Baixada. Lá vivem muitos nordestinos, gente do norte e do sul, gente diversa. A Baixada Fluminense é a síntese do Brasil, que pulsa junto de todo o país. Com Marina presidente e com esse passo inicial, a ideia da Região Metropolitana que a Constituição traz no seu artigo 40 vai sair do papel. Baixada e Rio serão unidade sob todos os aspectos: transporte, saúde, educação e emprego. Uma, de muitas metas.
Com Marina, o PV se fortalece. Com a coligação do jeito que está, o PV sai enfraquecido. O meu desejo, posso garantir, é dar cobertura à Marina. Gabeira não pode ser uma ilha cercada de terra por todos os lados. Marina é importante na Campanha!
Sigo na unidade verde e com Marina presidente!

Gabeira não pode ser uma ilha cercada de Serra por todos os lados

19 de maio de 2010

Não há disputa pessoal no PV do Rio, apenas o desejo de dar cobertura à Marina. Gabeira não pode ser uma ilha cercada de Serra por todos os lados. Marina é importante na campanha! Com ela, o PV se fortalece. Com a coligação do jeito que está, o PV sai enfraquecido.

É Domingo!

14 de maio de 2010

16 de Maio de 2010, às 10 horas. Rio Sampa, Rodovia Presidente Dutra, Km 177, número 14.000, Nova Iguaçu. 

Entenda por que temos favelas no Brasil!!!

12 de maio de 2010

Em Johannesburgo, na África do Sul, o ´social grant’, que equivale ao nosso Bolsa Família, distribui US$ 141 por mês para idosos e US$ 30 para os jovens de até 18 anos; e o governo constroi e doa casas de 40 metros quadrados, ao custo unitário de US$ 6 mil, para famílias com renda mensal inferior a US$ 800.
Já no Brasil, o Feirão da Caixa Econômica oferece 150 mil unidades habitacionais com preços a partir de R$ 72 mil!!!As duas matérias no Estado de São Paulo de ontem, 11 de maio!!

 

* Política social cria nova classe média negra   http://migre.me/EedV

 

* Feirão da Caixa oferece 150 mil unidades, com preços entre R$ 72 mil e R$ 1,2 milhão

Com 151.485 imóveis, no valor de R$ 24,6 bilhões, a Caixa Econômica Federal promove entre os dias 13 e 16 de maio, no Centro de Exposições Imigrantes, na zona sul da capital, a 6ª edição do Feirão da Casa Própria. Este ano são 41.889 unidades a mais do que as 109.956 de 2009, um aumento de 38% no número de oportunidades oferecidas.

Do total de residências disponíveis, 51.423 são novas ou estão em fase de construção, 100.422 são usadas e 35.919 imóveis estão enquadrados no programa “Minha Casa, Minha Vida”.

Em São Paulo, estarão à venda 21.181 unidades novas. Outras 29.259 serão comercializadas na região metropolitana da cidade e, pela primeira vez, o Feirão da Caixa oferecerá 938 opções também na Baixada Santista (veja a lista completa e todas as modalidades de financiamento no site www.feirao.caixa.gov.br).

Tem para todos

Há ofertas compatíveis com todos os bolsos. Os preços variam de R$ 72 mil a R$ 1,2 milhão e podem ser financiados em até 30 anos. As opções inclusas no “Minha Casa, Minha Vida” – com condições especiais – são de até R$ 130 mil. O programa de habitação do governo é destinado a famílias com renda mensal de até R$ 4.650. Entre as vantagens estão juros reduzidos – de 4,5% a 8,16% ao ano e mais Taxa Referencial (TR), dependendo da faixa salarial –, além de seguro de vida mais em conta e descontos nos custos de cartório.

De acordo com o superintendente regional da Caixa, Valter Nunes, o banco está empenhado em bater as metas do “Minha Casa, Minha Vida” e, por isso, firmou parcerias com construtoras para apresentar durante o Feirão o maior número de ofertas dentro do programa.

“Desde o lançamento do ‘Minha Casa, Minha Vida’, em março de 2009, a Caixa se esforça para contratar unidades com o perfil do programa. A meta do projeto, que vai até o fim de 2010 para São Paulo, é de vender 184 mil imóveis, dos quais 84.186 já foram negociados”, diz Nunes.

A maioria das moradias à venda no Feirão é direcionada a famílias com renda de R$ 2.790 a R$ 4.650 (de seis a dez salários, com base no mínimo de R$ 465, em vigor até 2009 e mantido no programa federal). São 11 mil unidades na capital. Para quem tem renda domiciliar de R$ 1.395 a R$ 2.325 (entre três e seis salários), são 2,6 mil imóveis na cidade. “Essa faixa de renda recebe subsídio do governo de até 23 mil”, explica Nunes.

Ofertas para quem ganha até três mínimos (R$ 1.395) ficarão de fora do Feirão. Nestes casos, há parceria com órgãos públicos (como CDHU e COHAB), com parcelamento e zero de juros.

São esperados 120 mil visitantes ao evento. “E, apesar do número de construtoras participantes ser menor (122 ante 130 em 2009) e o de imobiliárias também (101 ante 133), queremos superar o total alcançado no ano passado, quando foram fechados 21,5 mil negócios, somando R$ 1,5 bilhão”, afirma o vice-presidente de governo da Caixa, Jorge Hereda.

Meta

O objetivo da Caixa é movimentar R$ 3,5 bilhões no Brasil inteiro, já que o Feirão também será realizado em mais 13 cidades, de 7 de maio a 11 de junho.

Em todo País, há mais de 450 mil casas e apartamentos, prontos ou em construção. E cerca de 44% destas unidades, ou 200 mil imóveis, atendem às regras do “Minha Casa, Minha Vida”.

Para aqueles que não puderem comparecer ao Feirão, as agências da Caixa irão manter as mesmas condições oferecidas no evento. Confira mais informações no site www.caixa.gov.br.

Domingo é o dia!

11 de maio de 2010

 

Aspásia Camargo recebe Comitiva Japonesa

7 de maio de 2010

                                               

Acompanhada pelo diretor presidente da Associação Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira do Estado do Rio de Janeiro, Akiyoshi Shikada, a vereadora Aspásia Camargo (PV) recebeu, no último dia 6, uma comitiva de gestores públicos japoneses em visita à sede da Câmara Municipal. Na ocasião, a parlamentar e Koshichi Fujishiro, prefeito da cidade de Funabashi; Katsushige Alkawa, prefeito de Shibayama; e o vice presidente e membro-conselheiro da Associação de prefeitos das cidades de Chiba, Massao Keneko e Massami Aoki, respectivamente, trocaram informações sobre questões ambientais, educacionais e de gestão no Brasil e no Japão.
Aspásia falou à comitiva sobre suas seis “Leis verdes”, entre as quais a de Educação Ambiental e de Gestão de Resíduos Sólidos/ Lixo Zero e de oito projetos de lei, também de sua autoria, em tramitação na Casa, e que versam desde a obrigatoriedade de instalação de sistemas de aquecimento de água por energia solar em edificações novas não residenciais do município até o que estipula metas para redução de emissão de gases-estufa na cidade em 8% até 2012.

“Nós temos leis fortes que protegem o meio ambiente, mas ao contrário do Japão, o controle e a fiscalização no Brasil como um todo não são severos. O país é muito grande e o número de funcionários pequenos”, destacou Aspásia. Já o prefeito Koshichi Fujishiro elogiou a riqueza em recursos naturais do Brasil. Em 2008, o Japão anunciou um programa que promete reduzir as emissões de gases de efeito estufa entre 60% e 80% até 2050, o que lhe conferirá, segundo estimativa, os mesmos ou melhores níveis de redução do que os registrados na Europa nos próximos 12 anos.