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Copa chegando ao fim… graças a Deus

3 de julho de 2010
Coitado do Caio, ter de rir do bobalhão do Leifert

Coitado do Caio, ter de rir do bobalhão do Leifert

Amigos, a cobertura da Copa, dessa vez, ficou muito abaixo do que estávamos acostumados.

Apesar da supercâmera lenta, interessante, mas que irrita pelos elogios forçados feitos pelos globais, nada de muito diferente.

As mesas redondas, foram, no meu ponto de vista, o pior da Copa.

O que é Tiago Leifert? Como é paspalhão e metido o rapaz. Se acha o principal atrativo das transmissões. Humor paulista, no mau sentido. Chato demais. Todos ficam aos seus pés, puxando o saco, achando graça de todas as tiradas insuportáveis do nerd. Eu, de verdade. ODIEI A CENTRAL DA COPA.

Faltou uma mesa redonda com quem entende. Na Globo, foi só jabá e quase famosos. Ou pessoas que não sabem nem a cor da camisa da Seleção, como a imitadora da Ivete, a inssossa Claudia Leitte.

Acho que vamos ter de esperar mais quatro anos para ver algo de bom… dentro e fora das quatro linhas.

Luan nada fantástico

25 de abril de 2010

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Amigos, o Fantástico acompanhou um dia na vida de Luan Santana, o novo queridinho das adolescentes, e mostrou o quanto é vazio o rapaz. A matéria, com cara de jabá, parecia aqueles videozinhos de faculdade. Péssimo.
Fico preocupado com as meninas que têm no moço um símbolo. É muita carência.
Mas este não é o foco da conversa.
Na verdade, me preocupa o tempo gasto na TV com gente sem talento. Atualmente, apareceu no Youtube, virou sucesso. Mas as emissoras não entendem que não é todo mundo que tem acesso a este meio. Logo,deixem os fenômenos internéticos presos à rede até que mostrem qualidade.
Poupem nosso precioso tempo. E seu precioso investimento.

Casoy é uma vergonha

6 de janeiro de 2010

Amigos, todos já devem ter visto o comentário desqualificante que o Boris Casoy fez sobre os lixeiros de SP que gravaram uma chamada para o Jornal da Band. É claro que o áudio vazou de propósito, arquitetado por alguém que não gosta do jornalista. Aliás, é difícil gostar de criatura tão pequena e preconceituosa como ele. Esse senhor já deveria ter tido o bom senso de se aposentar, erra demais, é chato demais, é arrogante demais, ninguém o suporta. Ao proferir aquelas palavras aos garis mostrou que é ainda pior como ser humano do que é como apresentador. E olha que como apresentador ele é péssimo.
Seja digno,senhor Casoy. Peça o seu boné e nos deixe livre da sua cara de melhor do que todos.
Seu insuportável bordão “É uma vergonha” pode ser aplicado ao que o senhor falou. O senhor é uma vergonha para nós jornalistas. Aliás, ao dizer aquilo, o senhor me dá vergonha de ser gente. Respeito é bom, e todos gostamos. Suma!

Saudades de Capucci e M. Gomes

8 de dezembro de 2009

O RJ TV mudou o seu formato e começou a nova fórmula de maneira capenga. Ana Paula Araújo não estava no ritmo. Agora, mais de duas semanas depois da estreia, tudo está mais no lugar. Os comentaristas estão bem mais à vontade (Fábio Júdice que deveria ficar um pouco menos à vontade e mais parado, como se mexe o moço).
Apesar de ter ficado interessante, ainda sinto muito a falta de Renata Capucci e Marcio Gomes. A dupla é a cara do noticioso. Leves, informais, simpáticos, duros, fofos… O RJ é a casa deles, mereciam estar nesta nova fórmula, e a gente também merecia vê-los recebendo os convidados no novo cenário.
Ainda bem que pelo menos nos livramos de Leilane Neubarth, a pior de todas as âncoras da Globo RJ.
Voltem, Marcio e Renata. Saudades

A boa da noite de domingo

8 de novembro de 2009

Amigos, muita gente diz que têm depressão com a música do Fantástico. Ela representa o fim do fim de semana. Porém, tem uma coisa que não nos deixa ficar deprimidos. Pelo contrário. A melhor coisas das noites dominicais na TV, cheia de mesas redondas chatíssimas, é a participação de Tadeu Schmidt no programa. Com inteligência, suavidade, humor e carisma, ele arrebenta com seus gols. O que era uma enfadonha repetição de lances, agora é a cereja da revista eletrônica.
A escolha do ótimo Tadeu caiu como uma luva. Bola cheia, bola murcha, cavalinhos… enfim, formato sensacional e leve para o fim do descanso.
Ah, e ainda tem a participação dele caçando os mitos internéticos. É, sem dúvida, o mais carismático jornalista da Globo no momento.
Arrisco a dizer que ele e Luciano Huck são os melhores nomes da casa em todos os setores.

Virei um filho do Carnaval

11 de outubro de 2009

Amigo (a), estou há uma semana com o post na cabeça, mas a falta de tempo me atrapalhou.
Você já viu “Filhos do Carnaval”? Provavelmente, sim. Eu, como não tenho parado em casa, não tinha visto ainda. Assisti ao último episódio da primeira temporada na semana passada. Nem vi todo, pois coloquei pra gravar e o horário estava errado. Mas gostei do pedaço que vi.
Esperei ansioso pela estreia da segunda temporada. E não me arrependi. BOM DEMAIS!!!!
Programa com qualidade de cinema, agilidade e ritmo incríveis, elenco afinado (embora careça de um grande nome), e, principalmente, roteiro maravilhoso. A temática da contravenção é muito bem abordada. A montagem das cenas é feita de maneira magistral. Não cansa.
Enfim, um programão. Seria muito justo ir para a TV aberta. Porém, sendo produzido pela HBO, acho praticamente impossível. Uma pena, pois seria sucesso garantido.
Fiquei fã e quero ver a primeira temporada.

Ah, o Leblon de Manoel Carlos…

24 de setembro de 2009

Amigo, mais uma vez, desculpe a demora para postar. É que o trabalho oficial tem tirado o meu tempo para tudo. Mas vamos parar de delongas, milongas e outras longas e vamos ao que interessa. Se é que interessa mesmo.
É ótimo ver na grade da Globo uma novela de Manoel Carlos. Ok, as histórias são sempre parecidas, tem a Helena, o Dr. Moreti, o Leblon, a clínica, a filha chata, José Mayer pegando todo mundo… Mas Maneco é maravilhosamente repetitivo.
Está certo que esta tem sido uma novela ainda fria em comparação com outras tramas. Acho que a ótima Taís Araújo ainda não achou o ponto de sua Helena. Aliás, fazer uma Helena é como jogar na Seleção Brasileira. Não é todo mundo que se dá bem logo de cara. Até Regina Duarte já deu alguns moles ao fazê-la. Já já ela aquece.
Pontos altos, a tudo-de-bom Lilian Cabral, a belíssima música de Roberto Carlos e os depoimentos de superação ao fim dos capítulos. Ah, como é bom ver Manoel Carlos no horário nobre…

Taís e Mayer ainda não se encaixaram

Taís e Mayer ainda não se encaixaram

Difícil conter as “Emoções”

12 de julho de 2009

Amigos, que “Emoções” foram proporcionadas pelo Rei Roberto Carlos no sábado à noite. O show dele foi sensacional, como sempre. Porém, mais cercado de expectativas e, todas, correspondidas.
Destaco a participação de Erasmo Carlos como o ponto alto da noite. Foi comovente ver o esforço dos dois para manter a voz, já presa na garganta, e cantar. Confesso que no escuro da minha sala deixei escorrer uma lágrima neste momento.
Aliás, como ver Roberto Carlos e não se emocionar? Que carisma, que luz, que energia.
Pena que a Globo deu mais umas escapulidas e deixou algumas falhas. E olhem que o show não foi ao vivo. Houve um delay de cerca de 20 minutos, pelo que sei.
Enfim, foram boas Emoções…

Sobre a cobertura da morte de MJ

27 de junho de 2009

Amigos, a cobertura da morte do Michael Jackson pela TV aberta superou as minhas expectativas. Acho que as emissoras mostraram maturidade para um evento urgente como não víamos há tempos. Até um Globo Repórter ao vivo nós tivemos. Bonner e Fátima Bernardes derraparam no JN, mas saíram com tanta simpatia que não vale criticar.

O ponto negativo é que os clipes repetitivos acabaram cansando os telespectadores. Era preciso uma renovada no material. Mas sabemos que a pressa é problemática.

Como imagem curiosa, vejam o que presos filipinos fizeram pra homenagear o ídolo

Não dá para perder tempo

4 de junho de 2009

Amigos, está cada vez mais complicado perder tempo diante da novela das oito. “Caminho das Índias” se supera a cada dia. É um tal de hotel em Dubai com funcionários falando português com sotaque tosco. Ora, se é liberdade artística, que eles falem sem sotaque. Se têm sotaque, é porque não são brasileiros na trama.

E isso não é só. A série de clichês irrita: ser preso à cama é algo que nem nos piores filmes de 30 anos atrás a gente via mais. Aliás, vimos em “Paraíso Tropical”. Mais uma cópia de dona Glória.

As dancinhas são péssimas, cansativas e irritantes. Não colam, não passam verdade, são forçadas.

Enfim, não vejo mais!!! Cansei!!!