Jilós no Jardim Botânico
A Leila Pinheiro mora na parte alta da Maria Angélica, no Jardim Botânico.
Na época dos nossos primeiros ensaios, eu recorria sempre ao Bar Rebouças, arredor, para amenizar minhas crises de timidez, ou de euforia, dependendo do ocorrido.
Essa lembrança fez bouquet quando há pouco tempo participei de uma caravana inventada para degustar jilós por toda a cidade, de Brás de Pina a Gávea Grande.
O Rebouças estava no itinerário, e nosso anfitrião Guilherme Studart respirou aliviado:
- Não disse? Jardim Botânico e jilós, um fruto, quase uma flor, tudo a ver!
Não concordo, mas respeito seu paladar.
O bar tem cinco metros quadrados. O resto é calçada.
Paramos num microônibus com 30 pessoas e, por pouco, o jiló seria servido à chinesa nas mesas do Mr. Lam, um vizinho rico.
Foi uma festa de orgulhar o carioca.
Receita das mais simples: um vinagrete de alho e cheiro verde ficou entre os preferidos dessa corajosa comissão, que terminou o evento, umas doze horas no total, assoviando mais que passarinho.
Ganhei do Pedro Landim a foto do acepipe. Está no blog Boca no Mundo que eu leio de engordar.
http://odia.terra.com.br/blog/bocanomundo/
Tags: Bar Rebouças, Guilherme Studart, Leila Pinheiro, Pedro Landim
12 de março de 2009 às 21:17
Pô Moacir, essa história eu já conhecia, mas sempre é prazeroso lê-la novamente.
Saudações paulistanas! E esse blog promete!
12 de março de 2009 às 23:59
Moa,
Eu amo jiló! Minhas avós mineiras fazem um jiló sensacional!
E quando tiver outra caravana do jiló me avise!
abração