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Romário, o craque socialista

12 de maio de 2010

Para a coluna Direto da Fonte, de Sonia Racy, do ‘Estadão’, o jogador Romário deu entrevista paraa repórter Paula Bonelli:
“Em tempos de escalação para a Copa do Mundo e votação do Ficha Limpa, Romário não comenta a convocação da seleção, mas se diz a favor do projeto de lei que impede candidaturas de condenados pela Justiça. “Quem tem este tipo de problema não pode assumir responsabilidades”, disse à coluna o ex-jogador. Mas o baixinho não passa por uma boa fase. Teve bens penhorados, pendências judiciais e até uma experiência desagradável: a de ver o sol nascer quadrado por falta de pagamento de pensão. Mesmo assim, ou por causa disso, Romário é pré-candidato a deputado federal pelo PSB, de Ciro Gomes.
- Plataforma política?
- Quero criar centros de tratamento infantil para portadores de Síndrome de Down. No Rio, 85% dos pais de crianças com necessidades especiais não têm condições de dar assistência adequada aos filhos. A minha menina é muito desenvolvida porque faz natação, fisioterapia, fonoaudiologia. Mas isso custa mais de R$ 7 mil por mês.
- Futebol?
- Pretendo arrumar uma forma legal de mudar a Lei Pelé. Hoje, os clubes formam jogadores e aos 15 anos eles vão embora. Deveriam ficar no Brasil pelo menos até os 19 e criar identidade com o clube. Outro problema são os ex-jogadores que estão desamparados e ociosos. Eles precisam de política voltada às suas necessidades.
- Quem o convenceu a se candidatar para essas eleições?
- Eu mesmo. Mas tive empurrão de várias pessoas, inclusive do Eurico Miranda. Ele me pediu, quando eu jogava pelo Vasco, que me filiasse ao PP. Depois, o Alexandre Cardoso do PSB me chamou. E também fui convidado pelo PC do B e pelo PT.
- Você é socialista?
- Sempre fui socialista. O socialismo prega igualdade de condição e já batalhei pelos meus companheiros. Cheguei a brigar com dirigentes para que meus amigos recebessem salário em dia.
- O Brasil vai conseguir cumprir os prazos da Copa?
- A situação preocupa. O anúncio de que a Copa seria aqui já fez três anos. Houve tempo suficiente para o início das obras. A Fifa diz que o Mundial pode mudar para Londres. Não podemos duvidar da Fifa.
- Exemplo de político?
- O Eduardo Campos. Mas o exemplo maior é o Lula. Um cara que veio do nada e está tendo a capacidade de governar e de mudar a história do Brasil.
- Romário na política é diferente de Romário no futebol?
- Não. As pessoas devem entender que Romário é Romário. A índole é a mesma.
- Com quem você sobe e não sobe no palanque?
- Eu subo com Lula e não subiria com José Roberto Arruda. Mas, infelizmente, já subi.
- O que você tem de diferente de tudo que está aí?
- Personalidade forte. E tenho muita atitude.
- O que o qualifica para ocupar um cargo público?
- Sou autêntico e as pessoas podem acreditar no que eu disser. Segundo, sou predestinado. Foi assim no futebol e será assim na política.

Por onde anda Wally?

23 de fevereiro de 2010
A brincadeira com Dodô foi feito pela torcida botafoguense, já que ele foi fiasco na partida que decidiu o primeiro turno do Campeonato Carioca. Aliás existem algumas semalhanças com Cabral: além de ser também um fiasco, o governador é torcedor do Vasco e adora o comportante de Wally. Alguém sabe, por acaso, por onde anda hoje Sergio Wally Cabral?

A brincadeira com Dodô foi feito pela torcida botafoguense, já que ele foi um fiasco na partida que decidiu o primeiro turno do Campeonato Carioca. Aliás existem algumas semelhanças com Cabral: além dele ser também um fiasco, o governador é torcedor do Vasco e adora se comportar como Wally. Alguém sabe, por acaso, por onde anda hoje Sergio Wally Cabral? Clique no desenho e tente achar um dos dois.

Negociata de Cabral, Vasco e Eletrobrás

14 de janeiro de 2010

Está hoje no ‘Informe do Dia’, de Fernando Molica:
“Como o Informe noticiou no último dia 16, os vereadores que aprovaram a construção da sede da Eletrobrás na Lapa incluiram no projeto a necessidade de a estatal pagar ao município uma pesasa contrapartida para fazer a obra. O valor chegaria a R$ 30 milhões.
Sergio Cabral reclamou com Eduardo Paes e insistiu no veto à emenda. Para ele, a contrapartida inviabilizaria a obra. A conversa com a a Eletrobrás vem de 2008 e incluiu o patrocínio ao Vasco”.