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Posts com a tag ‘Orlando Silva’

Aldo exonera protegido do Tapioca

24 de abril de 2012

    Da colunista Vera Magalhães, no Painel da ‘Folha’:
    “O ministro Aldo Rebelo (Esporte) exonerou discretamente na semana passada o ex-secretário-executivo na gestão Orlando Silva, Waldemar de Souza, que tinha sido encostado em outra função na pasta”.
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É óbvio que o ministro Aldo Rebelo teve motivos suficientes para exonerar o protegido de Orlando Silva, o ministro da Tapioca.
Quem for investigar, certamente encontrará.
E Tapioca saiu, mas continua devendo.

Processo contra Orlando Silva avança

4 de janeiro de 2012

     A ‘Folha” informa que de todos os ministros demitidos por Dilma Rousseff, o  processo “mais avançado é o de Orlando Silva (PC do B), que deixou o Ministério do Esporte em outubro. O STJ (Superior Tribunal de Justiça) autorizou a quebra do sigilo bancário e fiscal de Orlando e do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), que o antecedeu no cargo”.
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Antes que eu esqueça.
Orlando Silva, o ministro da Pamonha, já foi tarde…

PCdoB reclama de que?

6 de fevereiro de 2011

     Do colunista Ilimar Franco, de ‘O Globo’:
“Convidado para assumir a Autoridade Pública Olímpica, o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, quer acumular com a organização da Copa de 2014. O PCdoB está cada vez mais irritado com esse encaminhamento”.
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Esse irritação só pode ser por questões de poder (ou caixa).
Conflito ideológico é que não é.
Afinal, não foi o comunista Orlando Silva, o ministro da Tapioca,  que foi a Londres buscar instruções para o Rio2016 com o facínora Tony Blair?

Protógenes bajula seus investigados

2 de junho de 2010

 O delegado Protógenes Queiroz voltou a cena.
Veja o que diz Mônica Bergamo, na ‘Folha’:
“Olha aqui o delegado que queria me prender!”, exclamou José Dirceu ao ser abordado pelo delegado Protógenes Queiroz no jantar de aniversário do ministro Orlando Silva (o ministro da Tapioca), do Esporte, anteontem, em SP. Os dois gargalharam, apertaram as mãos e se juntaram num abraço aparentemente fraterno.
Candidato a deputado federal pelo PC do B, o policial circulava na festa tentando se aproximar dos que outrora investigou na Operação Satiagraha, em 2008, cujo alvo principal era o banqueiro Daniel Dantas. A conversa com Dirceu (que teve sua mulher, Evanise, grampeada na devassa comandada por Protógenes) não durou muito tempo.
“Me comportei bem?”, perguntou o petista depois que o delegado se afastou. Para espanto de muitos, entre uma garfada e outra de penne com tomate, disse: “Eu vou ajudar a elegê-lo”.
O “perdão” para valer, no entanto, virá depois, “no dia em que ele [Protógenes] me contar tudo o que aconteceu”. Dirceu diz acreditar que foi investigado de forma ilegal e muito mais abrangente do que a divulgada oficialmente.
Fábio Luís, o Lulinha, filho de Lula, que na época da Satiagraha surgiu no noticiário porque empresas de Dantas teriam tentado se aproximar dele, também conversou com o delegado federal na festa. “Foi um diálogo maravilhoso, emocionante mesmo”, diz Protógenes Queiroz, que sempre negou ter investigado a família do presidente da República. “Fizeram muita fofoca.” Na verdade, afirma, “o presidente estava sendo chantageado”.
“Ele [Fábio] me disse que o pai dele [Lula] me respeita muito e que a família me admira por tudo o que eu já fiz pelo Brasil. O filho do presidente é um perseguido, como eu. Responde a um processo [na Justiça]. Eu respondo a 15!”. Protógenes diz que deu seu telefone e e-mail para Fábio Luís, “para ajudá-lo no que for preciso”.

Autoridade pública e moralidade olímpica

21 de maio de 2010

De Leandro Mazinni, no ‘Jornal do Brasil’:
“Os tucanos não querem saber de o cargo de Autoridade Pública Olímpica ficar nas mãos de apadrinhado de Lula até 2016. O deputado federal Otávio Leite apresentou emenda à MP que cria o órgão, para que o mandato dure até dezembro deste ano”.

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O ministro do Esporte, Orlando Silva, deixou de concorrer a uma cadeira na Câmara, pelo PCdoB, acreditando que poderá manter a boquinha das Olimpíadas nos próximos seis anos. Se conseguir o seu intento, o ministro da Tapioca - como é conhecido - não terá de prestar contas a ninguém.

O Tapioca e o parlapatão

13 de maio de 2010

Gostaria de pedir desculpas aos que acompanham esse blog, por ter dito, certa vez, que o ministro Orlando Silva, o ministro da Tapioca, estava atrás de uma boquinha com a criação da Autoridade Pública Olímpica.
Isso não é verdade.
O cargo não é uma simples boquinha.
Ela é uma enorme boca que comandará 496 cargos.
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Aliás, o dono da boca, disse que a sede da instituição será “na zona portuária. (Ela) Levará a revitalização para aquele lugar”.
Ué, mas Sergio Cabral não havia anunciado, em Londres, onde foi convidar um facínora para assessorá-lo nas Olimpíadas, que a sede seria no antigo prédio do MEC?
O fanfarrão é mesmo um parlapatão!

Olimpíadas, roubalheira à vista

13 de maio de 2010

Do repórter Paulo Tarso Lyra, do ‘Valor Econômico’:
“O governo quer flexibilizar a lei de licitações para tornar mais rápida as compras para a Olimpíada de 2016. Segundo o ministro do esporte, Orlando Silva, isso não significa maior brecha para fraudes, um dos grandes receios da oposição. A lei de licitações hoje já prevê mecanismos em que a dispensa de licitação é possível ou é inexigível. E isso não necessariamente é igual a qualquer tipo de fraude, disse, depois de solenidade de criação da Autoridade Pública Olímpica (APO) e da Empresa Brasil 2016.
De acordo com Silva, a intenção é “criar mecanismos que possam simplificar alguns contratos e facilitar a contratação de alguns serviços, para que possamos atender o cronograma dos Jogos. Uma das mudanças será a previsão de inversão das fases de licitação, permitindo que a discussão de preço anteceda a análise técnica  e jurídica de um projeto. Quem ganhar no preço, aí vamos examinar se a documentação está de acordo, se tecnicamente o projeto é viável”.
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Não é possível que se tenha de flexibilizar a lei das licitações  para apressar as compras da Rio2016.
Afinal, eles tem seis anos para fazerem essas compras.

Tapioca diz que não tem culpa

4 de maio de 2010

O que faz o ministro do Esporte, Orlando Silva?
Nada.
Ao site do IG, o ministro - aquele que pagou uma tapioca com dinheiro público - disse que o governo nada tem a ver com o atraso na construção e/ou remodelação dos estádios para a Copa de 2014.
- A União não tem responsabilidade na construção das arenas, pois entrou apenas com o financiamento, por meio do BNDES. Isso é responsabilidade das cidades.
Ocorre que das 12 capitais, apenas três pediram empréstimo ao banco.
Será que o ministro da Tapioca não está interessado em saber por que as outras nove cidades não apresentaram seus projetos no BNDES?
Não cabe a ele, pressionar - ou animar - os estados para que o cronograma seja cumprido?

Senado unânime derrota Nuzman

23 de abril de 2010

 Do repórter Afonso Morais, para o site ‘Congresso em Foco’:
“A decisão foi unânime. Nove senadores rejeitaram a proposta do presidente dos Comitês Olímpico Brasileiro (COB) e do Rio 2016 (CORio 2016), Carlos Arthur Nuzman, para alterar duas leis federais que regulamentam a proteção aos símbolos olímpicos. Como o Congresso em Foco publicou (dia 19), a intenção de Nuzman era aumentar de forma exagerada a lista de restrições, proibindo a utilização, mesmo que claramente não comercial, de termos como Olimpíadas e Jogos Olímpicos, a não ser com autorização expressa do COB e pagamento de royalties. Levada ao pé da letra, a restrição proposta do Nuzman poderia proibir mesmo a realização de Jogos Olímpicos escolares ou a já tradicional Olimpíada de Matemática. Além disso, o presidente do COB estendia a lista de palavras restritas, incluindo termos como “Rio”, “Rio de Janeiro”, “2016″ e até “medalhas” e “patrocinador”.
Durante audiência pública realizada na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, alguns parlamentares ironizaram a sugestão polêmica do COB para restringir o uso de palavras usadas no cotidiano. Ao final, a presidente da sessão, senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), comunicou que a Comissão de Educação enviará ofício ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-MA), informando que a reunião foi realizada e que as alterações propostas nas Leis 12.035 (Ato Olímpico) e 9.615 (Lei Pelé) não foram aprovadas.(…)
O problema foi a forma utilizada por Nuzman - uma carta a Sarney - e a extensão exagerada das restrições que ele propunha. Durante a reunião, alguns senadores criticaram a maneira escolhida por Carlos Nuzman de encaminhar o documento. “Foi atípica e inusitada a forma que o COB conduziu sua proposta para criar um projeto de lei”, reclamou Álvaro Dias (PSDB-PR).
E questionou a ausência do dirigente esportivo, que mandou um representante, o diretor de Marketing do COB, Leonardo Gryner, à audiência. “É uma demonstração de desinteresse. Nuzman nem veio defender pessoalmente sua proposta. A carta que enviou ao presidente Sarney reiterava pedido de urgência, mas ele preferiu comparecer a outra comissão e hoje não apareceu na CE. A proposta deveria ser ignorada como ele ignorou a audiência”, atacou Álvaro Dias.  O ministro do Esporte, Orlando Silva, como Nuzman convidado para a audiência, também declinou do convite e nem mandou representante”.

Tapioca não tem tradução

22 de abril de 2010
Orlando Silva e Sergio Cabral não têm a mínima idéia porque estão rindo. Nuzman é espero o suficiente para não traduzir tudo o que ouve.

Orlando Silva e Sergio Cabral não têm a mínima idéia porque estão rindo. Nuzman é esperto o suficiente para não traduzir tudo o que ouve.

Da colunista Monica Bergamo, da ‘Folha’:
“O ministro Orlando Silva, do Esporte, está fazendo curso de inglês para se preparar para a Copa 2014.
Ele se matriculou há alguns dias na escola Wizard.
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Assim está explicada a presença do ministro da Tapioca no encontro promovido, em Londres, por Sergio Cabral, com o ex-Premier Tony Blair, que foi convidado a assessorar as Olimpíadas de 2016.
Ou seja: Orlando Silva não entendeu patavinas do que foi discutido, portanto está absolvido.
Cabral, que mal fala português, também não fala inglês.
Tanta um quanto o outro são incapazes de fazer um relato plausível sobre o que conversaram.
Esse é um segredo que ficará com Carlos Alberto Nuzman, presidente do COB, que acompanhou os dois patetas na reunião com Blair, e serviu de intérprete.
Ele é o único que conhece, com exatidão, a proposta feita ao inglês e a sua resposta.
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O resto é como diz Monica Bergamo:
“My name is Orlando”.