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Posts com a tag ‘Metrô do Rio’

Rio entregue as traças

7 de abril de 2010

De Merval Pereira, no ‘Globo’:
“Assim como em São Paulo nos primeiros meses do ano, que teve o maior índice pluviométrico em 70 anos, o volume de chuva que caiu no Estado do Rio nas últimas 48 horas superou tudo o que havia sido registrado nos últimos 40 anos.
Não é possível atribuir-se a uma só administração os transtornos da cidade e as mortes por todo o estado, mas é possível, sim, constatar a incapacidade dos três níveis de governo de montar um esquema de emergência para orientar e dar uma sensação de menos insegurança aos cidadãos.
Desde os guardas nas ruas, que desaparecem ao sinal das primeiras chuvas, até os táxis, que também somem, não existe um esquema de emergência montado para situações extremas.
Os aeroportos, que já são caóticos normalmente, tornam-se inviáveis em dias de crise como a de segunda-feira.
Com os atrasos dos vôos por falta de teto, e os aviões desviados do Santos Dummont para o Galeão, não há organização suficiente para reordenar o fluxo de malas, nem pessoal para dar informações aos passageiros que se aglomeram nos aeroportos sem informações.
A Infraero não tem capacidade para organizar os serviços de apoio, e as companhias aéreas não se consideram responsáveis pelos passageiros que despejam pelos aeroportos do país.
Mas pelo menos foi equiparada a ineficiência administrativa de governadores da oposição e governistas, impedindo que se tire vantagens políticas de situações climáticas extremas, como fizeram os petistas nos primeiros momentos da crise paulista.
Os bueiros entupidos não têm partido político. A falta de investimento em infraestrutura é generalizada”.
                                                                 * * *
Merval só esqueceu do Metrô que fechou meia hora depois do horário habitual, deixando milhares de pessoas na rua.
Em qualquer cidade séria do mundo, a concessão do Metrõ seria cassada por ele ter fechado suas portas.
Aqui ele consegue prorrogar a concessão, mais de uma década antes do vencimento.
Um dia, essa história será contada em detalhes.

Metrô quer que usuário se exploda

6 de abril de 2010

O Twitter do Metrô do Rio publica hoje duas notas:
1 - “Ontem, 05/04, o Metrô Rio registrou movimento recorde com o transporte de 632 mil passageiros, em função da chuva forte”.
2 - “Na noite de ontem, o funcionamento das Linhas 1 e 2 foi estendido até 0h30 p/ atender a população”.
São mesmo uns caras de pau.
Enquanto isso, milhares de pessoas dormiram próximo as suas estações, esperando amanhecer para voltar para casa.
Não tem explicação para que o Metrô não tenha funcionado durante toda a noite.
Só mesmo uma empresa comandada por gente inescrupolusa - para falar o mínimo sobre eles - mas que tem as costas quentes, é capaz de fechar as portas do único meio de transporte que, bem ou mal, poderia ajudar parte da população do Rio a voltar pra casa. E esses bandidos ainda tem prorrogada a sua concessão.

Gabeira precisa do DEM

6 de abril de 2010

Dos repórteres Alessandra Duarte e Cássio Bruno, do ‘Globo’:
“O deputado Fernando Gabeira (PV) acha que o ex-prefeito Cesar Maia (DEM) “é o melhor candidato para o Senado”, como ele afirmou mês passado num evento do DEM, ou não quer saber do ex-prefeito em seu palanque na campanha a governador do Rio, como disse o PV em seguida? Para cientistas políticos, o vaivém da relação do pré-candidato verde com Cesar Maia já teria feito com que as imagens dos dois comecem a ser associadas. Os analistas também acreditam que a necessidade de um palanque forte para o tucano José Serra no Rio vai pressionar Gabeira a aceitar o DEM de Cesar, aliado do PSDB. Ontem, na Câmara de Vereadores do Rio, nenhum vereador do DEM compareceu a um evento organizado por Gabeira para falar das eleições deste ano.
Para o professor Ricardo Ismael, coordenador do curso de ciências sociais da PUC do Rio, “o copo d”água já entornou”:
- Houve falta de habilidade política por parte do Gabeira. Ele não podia ter ido a público elogiar Cesar Maia se havia a possibilidade de voltar atrás depois. Isso causou estranhamento tanto aos eleitores do Gabeira, quando ele o apoiou, quanto aos eleitores mais próximos do Cesar, mais conservadores, quando voltou atrás - afirma Ismael, para quem o fato também serviu para relembrar o apoio dado por Cesar a Gabeira no segundo turno das eleições municipais de 2008. - Ali, o Gabeira não levou o apoio do Cesar Maia à TV, mas também não falou mal dele. E o (então candidato) Eduardo Paes utilizou isso contra o Gabeira. Houve folhetos com fotos dos dois juntos…
A aproximação entre Gabeira e Cesar é criticada por nomes do PV como o presidente regional, Alfredo Sirkis. Um dos motivos seria o temor de que a rejeição a Cesar na classe média carioca seja transferida para Gabeira.
- Qualquer que seja o desfecho, vai ficar registrada a aproximação dos dois - diz Ismael. - Mas o estrago será menor se ele aceitar de vez o DEM. O PV tem pouco tempo de TV, depende do DEM e do PSDB. Ele não pode pensar que será como campanha a prefeito. O PV não tem estrutura fora da capital, não é a parte mais forte da chapa. Se o Gabeira acha que pode, sem aliados, quebrar a força de Cabral e Garotinho no interior do estado, engana-se. O Zito (presidente estadual do PSDB) não gosta dele; e ele (Gabeira) nega os aliados que pode ter?
Ismael lembra ainda o fator nacional nesse imbróglio: para ele, o DEM “tem bala na agulha” para exigir que o PSDB pressione o PV a apoiar Cesar, já que o PSDB precisaria do DEM no Rio para a campanha de Serra. O professor Eurico Figueiredo, coordenador de pós-graduação em ciência política da Universidade Federal Fluminense (UFF), também acredita que a campanha nacional do PSDB afetará as alianças no Rio.
- O Sirkis tem importância local. Nacionalmente, é dez vezes menos importante que o Cesar, assim como o PV é menos importante nacionalmente do que o DEM. O que der respaldo a uma frente de oposição e à candidatura Serra será o parâmetro - diz Figueiredo.
Ontem, um evento organizado por Gabeira na Câmara do Rio teve como público metade dos 300 inscritos - por causa da chuva, alegou o verde. Dos 17 vereadores da coligação de apoio a Gabeira, quatro compareceram, nenhum deles do DEM. Segundo Gabeira, ele não teria convidado nenhum vereador. No evento, o pré-candidato elogiou as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do governo Cabral, ressalvando que a segurança não pode ser “só para a Zona Sul”. Mas criticou o transporte público no estado (”o que o Metrô fez para receber uma renovação de concessão de mais 20 anos?”), além das viagens de Cabral e do gasto do governo com propaganda:
- Um gasto de R$180 milhões foi o que o Obama transferiu para o Haiti”.

Metrô deve estar aguardando um cadáver

19 de março de 2010

Uma composição do metrô, lotada de passageiros, que seguida da Central do Brasil para a Pavuna, pelas linhas 1A e 2, errou o trajeto e foi parar na linha 1, na estação do Estácio.
Depois de chover dentro dos carros, da falta de ar condicionado, da superlotação nos trens, dos atrasos constantes, dos apagões, de ser um dos mais caros de todo o mundo, de ter como defensor o escritório de advocacia da esposa do governador, de ter a  concessão prorrogada por mais 20 anos, 11 anos antes que ela fosse extinta, e agora mudar de rota, o que falta acontecer mais com o Metrô?
Será que é preciso morrer alguém para que se tome providências contra o pior serviço público do Estado?

Metrô adia seu novo fiasco

1 de março de 2010

O presidente do Metrô, José Gustavo de Souza Costa, disse ao ‘Globo’ que a estação Cidade Nova, que seria inaugurada esse mês, só ficará pronta em junho:
- Não temos pressa. Quero que o acabamento do projeto seja impecável - disse ele.
A vantagem de só inaugurar em junho, livra o Presidente Lula de participar de mais um fiasco do Metrô, já que ele só poderá participar de inaugurações, ao lado de candidatos, até o mes de abril.
Desde que Lula pisou em uma estação do Metrô do Rio, o serviço só vez piorar. E agora o Ministério Público prevê um desastre com os trens.
Se a estação Cidade Nova tiver o mesmo ”acabamento impecável” da General Osório, é melhor mesmo deixar para inaugurar em 2038 - quanto acaba a concessão da empresa.
A estação de Ipanema foi o primeiro e único desastre da dupla Sergio Cabral e Julio Lopes. Lá, nada funciona. Um dos acessos à praça continua fechado e, no Carnaval, não havia uma única escada ou esteira volante que funcionasse.
Quem chegasse a Ipanema, o tempo médio entre o desembarque do trem e a saída até a calçada demorava 20 minutos.

Metrô tem risco de acidente

21 de fevereiro de 2010

 Da repórter Amanda Pinheiro, de ‘O Dia’:
“A conexão direta entre as linhas 1 e 2 do metrô, também chamada de Linha 1A, que prometia ligar Pavuna a Botafogo sem baldeação no Estácio, mal começou a funcionar e já pode estar com os dias contados. O Ministério Público Estadual (MP) entrou com ação na Justiça pedindo a suspensão imediata da circulação de trens entre as estações São Cristóvão e Central, enquanto as obras dessa ligação não estiverem concluídas. A Promotoria constatou risco de acidentes por falha na sinalização e declive inadequado.
O MP quer que a conexão só comece a funcionar quando as estações Cidade Nova e Uruguai estiverem prontas. Esta última tem previsão de ser concluída em 2014. Mais: a concessionária só poderá retomar a Linha 1A quando os 114 novos carros, previstos para 2011, estiverem em circulação. Por enquanto, o promotor Carlos Andresano Moreira, da 3ª Promotoria de Justiça e Defesa do Consumidor, pede que a ligação entre as linhas volte a ser feita com baldeação no Estácio.
Se a Justiça decidir a favor do MP, a Metrô Rio pode ter que desembolsar pelo menos R$ 10 milhões, que iriam para um fundo de custeio de indenizações por danos morais e materiais a usuários que forem lesados. “A ação é baseada em estudos técnicos e perícias realizadas pelo MP, que confirmam risco para passageiros, principalmente no trecho de ligação entre as linhas 1 e 2. O intervalo é de apenas dois minutos e uma simples falha na sinalização pode causar uma tragédia”, alerta o promotor.
De acordo com estudo realizado pelo doutor em Engenharia de Transportes Fernando Mac Dowell, anexado à ação, o trecho em que as duas linhas se encontram “é uma operação de risco maior de acidente, em relação à operação original, sem cruzamento”. Segundo ele, declives de até 4% agravam o perigo. “Desafio mostrar no mundo algo que opere como pretende a concessionária”, diz o especialista.
Segundo o promotor, falha na sinalização pode fazer com que trens vindos da Pavuna e da Tijuca colidam no trecho entre São Cristóvão e Cidade Nova, onde os trilhos se unem. “Pode colocar em risco a vida dos passageiros. Nossos estudos apontam que os trens não estão adaptados para os declives construídos. Constatei pessoalmente que naquele trecho a sinalização é feita de forma arcaica e os sinais eletrônicos estavam cobertos por plásticos”, conta Andresano Moreira.
Procurada pela reportagem, a Metrô Rio informou que não vai se pronunciar sobre o assunto até que seja notificada. A concessionária explicou, ainda, que a conexão direta Pavuna-Botafogo vai continuar funcionando das 5h às 21h, até o final de março. E, apenas nos horários de pouco movimento (após as 21h), feriados e finais de semana, é que haverá baldeação na estação Estácio.
Valor em reais exigido na ação do Ministério Público para que a concessionária deposite em fundo que serviria para bancar as indenizações por danos morais e materiais a usuários que forem lesados. A ação é baseada em estudos técnicos e perícias realizadas pelo ministério.
Desde que foi inaugurada, dia 21 de dezembro, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador Sérgio Cabral, a conexão direta entre as linhas 1 e 2 nunca operou plenamente. A baldeação no Estácio continuou sendo obrigatória aos sábados, domingos e feriados. Em dias úteis, a Linha 1A funcionava só das 8h às 17h e depois das 19h.
Depois do início tumultuado, com superlotação e desinformação, mês passado a conexão foi estendida para o horário de 5h às 21h, de segunda a sexta. A concessionária afirma ter investido em melhorias e reduzido o intervalo entres as composições em um minuto e 20 segundos”.

Marginais são seguranças do Metrô

15 de fevereiro de 2010

Do sambista e compositor Moacyr Luz recebi um comentário que vale uma nota:
“Ontem (domingo de Carnaval) arrisquei voltar de metrô depois do desfile do ‘Simpatia’.
Quando chego na Estação General Osório encontro apenas um acesso aberto, e com seguranças controlando a entrada.
Um empurra-empurra desesperador e eu grito, humilhado, que aquilo era uma vergonha!!!
Resposta do segurança empunhando um cassetete:
- Fala baixo que eu tô trabalhando e você está de vagabundagem!!!
Quase me mijei com a ameaça, o que seria pior: acabaria preso pelo choque de ordem!!!”
Vagabundos, é bom que fique claro,  são os que trabalham nessa sem-vergonhice, antes orgulho da cidade, chamada Metrô.
E meliantes são os que selecionam e empregam os marginais que lá trabalham. Eles devem ter sido transferidos da SuperVia. Daquele que grupo que adorava dar porrada em trabalhador para se livrar de passageiros na plataforma.
Se houvesse governo nessa cidade, a estação da General Osório estaria fechada.

Será que Julio Lopes tem mãe?

14 de fevereiro de 2010

Eu não sei se o secretário de Transportes do Rio, o doutor Julio Lopes, ainda tem mãe.
Tomara que tenha.
Eu tenho e acho ótimo.
Mas mesmo com algumas diferenças com a minha, eu não levaria minha mãe para andar de Metrô, mesmo que, pela idade, ela viajasse de graça.
Mas adoraria ver a mãe do secretário, aquela tia querida, ou mesmo a madrinha – ele tem toda pinta de ter sido criado por madrinha – embarcando ou desembarcando na única estação inaugurada, sob a sua administração, e para qual ele trouxe até o mesmo o Presidente da República para romper a fita simbólica: a da Praça General Osório, em Ipanema
Em primeiro lugar a estação ainda não foi concluída. Existem saídas, como a da rua Teixeira de Mello, por exemplo, cujo acesso continua fechado.
Segundo, ela não tem uma única esteira ou escada rolante que funcione. Mas nenhuma mesmo. 
Não preciso falar do atraso dos trens, do sistema de ar condicionado e da superlotação.  Essas mazelas já são conhecidas de todos.
Os atuais dirigentes do metrô e mais aqueles que os nomearam ou escolheram, não só são incompetentes, ineptos ou relapsos. Eles são também meliantes, eles assaltam a população, pois não oferecem o serviço contratado, e são bandidos – não no sentido de assaltantes à mão armada, mas no sentido de malfeitores. Disso ninguém tenha dúvida.
Como todos são subordinados ao doutor Julio Lopes, este também é o maior culpado por tudo, assim como o seu chefe, o fanfarrão do Rio que prorrogou por 20 anos uma concessão que só expiraria em 2018.
Isso já foi dito aqui, mas não custa repetir: um dia o Ministério Público estudará a sério essa concessão e alguém terá de ir para a cadeia.
Hoje é domingo de Carnaval, e ainda faltam dois dias para terminar os festejos de Momo.
Eu desafio o secretário Julio Lopes a levar qualquer parente seu  – pode ser mesmo a esposa, se for casado, ou a namorada – para fazer um percurso de metrô, a qualquer hora do dia, desde que comece ou acabe na estação da Praça General Osório.
Ele não suportaria tamanha humilhação. Não porque fosse reconhecido.
Poderia ir até disfarçado, quem sabe fantasiado de Clóvis.
Seria bom que ele visse que a questão não é pessoal, embora ele seja o responsável pelo descalabro.
Se um grupo de pesquisadores for para a porta da estação entrevistar turistas, eles não encontrarão uma única pessoa que se declare feliz.
O secretário talvez se sinta perseguido pela crítica, mas o fato concreto é que ele não levaria a sua mãe para ir de metrô àquela estação.
Se o fizesse, é possível que, a primeira providência que ela tomaria, no primeiro dia útil, seria deserdá-lo.
Já o publico usuário, tenha certeza, fará um estrago maior.
Ele que aguarde.

Vive la différence!!!

24 de janeiro de 2010

Sobre escritórios de advocacia:
O ‘Estadão’ já fez muito.
Mas ele ainda nos deve o seguinte: onde funcionava o escritório que agora cuida do Metrô?
Qual era o seu espaço, quantas pessoas trabalhavam e em que tipo de causa eles eram especializados?
Onde está instalado agora, quantos advogados trabalham para o escritório e qual o ramo do Direito que eles atuam?

Julio Lopes busca novidades

19 de janeiro de 2010

O secretário de Transportes, Julio Lopes, ainda não deu uma só palavra sobre o trem fantasma da SuperVia que, a uma velocidade de mais de 100 km/h, disparou sem maquinista, e passou por três estações, sem parar, com as portas abertas, e levando cerca de 1.200 passageiros.
Julio Lopes, na época em que ocupou uma cadeira na Câmara, foi o deputado  - no último ano do mandato - o campeão de viagens ao exterior.
E no governo Cabral, não deve ser diferente.
Sua última agenda pública foi dia 15, sexta-feira. Ontem e hoje, não teve agenda.
Amanhã é feriado. Emenda quinta e sexta, sábado é sábado, e domingo é domingo, na segunda ele deve estar de volta.
Provavelmente está pelo mundo, buscando novas experiências para implantar no sistema de transportes do Rio.
Inovação até agora, só o programa ‘Rio – Estado da Bicicleta’. Para isso já foram construídos alguns bicicletários em quatro estações de Metrô: Pavuna, Cardeal Arcoverde, Irajá e Colégio.
As vagas podem variar de 20, em Copacabana, a 100 na Pavuna.
Não é nada, não é nada… não é nada.
Mas sabendo como é duro viver no Rio, o secretário recomenda “o uso de corrente e cadeados próprios”.
 Como, no momento, essa sua viagem é de recreio e não de trabalho, Julio Lopes está em local incerto e não sabido.
Como o chefe Wally…
Se estiver pela India, pela Tailândia, recomendo uma volta de tuc-tuc, meio de transporte barato, ligeiro, que consiste em uma moto, com uma poltrona que leva de dois a três passageiros. É ótimo para cidades de clima quente, pois tem refrigeração natural. Em Havana, esse meio de transporte ganhou o nome de Coco-Taxi.
Quem sabe Julio Lopes não encomenda alguns para a cidade? Depois virão as carroças…