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Cabral é a fonte de bestialógico

7 de fevereiro de 2010 por Dacio Malta

Os argumentos utilizados pelo ‘O Globo’ para mostrar que Garotinho poderia ser afastado da disputa eleitoral do Rio, a pedido de Sergio Cabral, foram ridículos e infantis.
Ridículo, pois é impensável que Garotinho troque uma candidatura ao governo do Rio,  pela de deputado federal pelo PR, onde seria um puxador de votos. Garotinho já lidera a maioria da bancada do PMDB fluminense, e não iria disputar votos contra seus liderados.
E infantil, pois o PR sabe muito bem que a melhor contribuição que Garotinho pode dar, para a formação de uma bancada federal, é se candidatando ao governo do Rio.
Como os autores da reportagem são profissionais competentes, eles certamente não são os responsáveis por tamanho disparate.
O bestialógico do ‘Globo’ é obra, com certeza, dos editores da matéria, e teve como fonte o governador  Sergio Blindado Cabral.

Arruda, novo espião do DF

7 de fevereiro de 2010 por Dacio Malta

 Do repórter Rodrigo Rangel, no ‘Estadão”: Jornais 
 ”Ainda mais debilitado política e juridicamente pela suspeita de subornar uma importante testemunha do escândalo do “mensalão do DEM”, o governador José Roberto Arruda (sem partido) agora é acusado de espionar e montar dossiês contra seus adversários. Na sexta-feira, a deputada Érika Kokay (PT) enviou à Secretaria de Segurança do Distrito Federal pedido de informações sobre um episódio ocorrido dois dias antes: agentes da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado da Polícia Civil prenderam, diante da Câmara Legislativa, dois policiais civis de Goiás com equipamentos de escuta ambiental.
Os policiais, segundo a deputada, estavam a serviço de auxiliares de Arruda, com a missão de gravar conversas nos gabinetes de opositores do governador. Dentre os alvos, estariam a própria Érika e a deputada Jaqueline Roriz (PMN), filha do ex-governador Joaquim Roriz, hoje arquirrival de Arruda.
“Recebi a informação de que os policiais disseram, em depoimento, que tinham sido contratados por Fábio Simão”, contou Érica. Até estourar o escândalo no governo do DF, Fábio Simão era chefe de gabinete de Arruda. Foi demitido após aparecer nos vídeos que flagraram a distribuição de propina no governo.
Dois dias depois da descoberta do suposto esquema de espionagem, o diretor-geral da Polícia Civil do DF, Cleber Monteiro, pediu exoneração. Não há informações se a decisão tem relação com o episódio.
A ofensiva contra os adversários do governador vai além. Na semana passada, a ex-presidente da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal, Estefânia Viveiros, procurou a Polícia Federal dizendo-se vítima de suposta trama de aliados do governador.
Estefânia, que comandou a OAB até dezembro e foi a responsável por formalizar um dos primeiros pedidos de afastamento de Arruda, entregou aos delegados duas fotos em que aparece conversando com Durval Barbosa, delator e personagem-chave do escândalo. A ex-presidente da OAB diz que as fotos foram “claramente montadas”.
“Isso foi feito para tentar atingir minha imagem e me intimidar”, afirmou ela ao Estado, ontem. “Eu recebi informação de que essas imagens, que foram enviadas para redações de jornais de Brasília, circularam no gabinete do governador.” Estefânia está sob proteção de agentes federais.
Autoridades encarregadas da investigação sobre a corrupção no governo foram informadas da existência de um grupo que estaria produzindo dossiês contra adversários de Arruda. Um desses documentos, que já chegou às mãos dos investigadores, tem como alvos promotores de Justiça e testemunhas que colaboram com a apuração.
Um dos personagens que aparecem nos dossiês é o jornalista Edmilson Édson dos Santos, o Sombra, amigo de Barbosa e importante testemunha do caso. Na quarta-feira, um suposto emissário de Arruda foi preso em flagrante ao entregar R$ 200 mil a Sombra para que lançasse dúvidas sobre os vídeos gravados por Barbosa. Foi o próprio jornalista quem avisou à PF.
Antes, ele gravou todas as negociações. Num dos vídeos, a que o Estado teve acesso, Antônio Bento da Silva, o suposto emissário do governador, oferece o pagamento. “Qual é a garantia que eu vou ter?”, pergunta Sombra. “A palavra”, responde Bento.
O assessor de imprensa de Arruda, André Duda, nega que o governador esteja por trás dos dossiês e da tentativa de grampear os deputados.
“Quem produz dossiês e faz gravações ilegais nesta cidade todos sabem quem é, e não é o governador”, disse. Sobre a montagem das fotos da ex-presidente da OAB, ele ironizou: “Se ela está preocupada, é porque ela talvez ela tenha estado mesmo com o Durval Barbosa algum dia.”

“Serra não será o anti-Lula”

7 de fevereiro de 2010 por Dacio Malta

No ‘Estadão’ de hoje, a repórter Ana Paula Scinocca entrevista o presidente do PSD, senador Sergio Guerra;
“O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra, afirmou que o PT do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra Dilma Rousseff, pré-candidata ao Planalto, quer comparar seu governo com o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para “esconder” a ministra candidata. “Eles (petistas) reconhecem que a candidata é fraca, que não tem suficiente currículo, que não tem experiência feita”, afirmou. Guerra disse que o candidato tucano, José Serra, não fará o papel de anti-Lula na eleição de outubro e que espera do PT “terrorismo e mentira”. A seguir, os principais trechos da entrevista ao Estado.
- O governo insiste na tese de comparar os oito anos do presidente Fernando Henrique com os oito anos do presidente Lula. Será a eleição do passado contra o passado?
- É uma comparação equivocada. Cada governo desempenha um papel em um determinado tempo social, econômico e político. Há convicção muito clara entre nós que fizemos um excelente governo. Se há o que comparar, nenhum problema de fazer essa comparação. Importante que ela seja feita inclusive agora e todo tempo. Temos que discutir nesta eleição o que vai acontecer, não adianta esconder a candidata, o que ela é, o que diz e com o que ela se compromete. O PT e seus aliados não têm confiança na sua candidata. Eles reconhecem que a candidata é fraca, que não tem suficiente currículo, que não tem experiência feita.
- A que o senhor atribuiu o crescimento da ministra Dilma nas últimas pesquisas?
-Nunca ninguém imaginou que a candidata do presidente da República, do governo atual, do PT, tivesse 10, 15 ou 20% de intenções de votos ou fosse para a eleição desse tamanho. Somos favoritos, mas a eleição vai ser dura. É inevitável que a candidata cresça. Mas estamos monitorando isso a cada dia. Nada além das expectativas que sempre tivemos.
- O PSDB se considera favorito por quê?
- Estamos na frente, temos o que dizer e temos o melhor candidato.
- Mas o PT também tem o que dizer.
- Evidente que tem o que dizer sobre o que fizeram, mas o problema é que a população vai decidir entre um candidato que pode fazer mais e muito mais e uma candidata que seguramente fará muito menos do que aquilo que foi feito. Até porque o exemplo da administração da candidata é negativo. Ela trabalha com fundamentos autoritários, não consegue produzir nada organizado, tem uma visão preconceituosa e uma cabeça muita atrasada.
- O PSDB está convencido de que só vence a eleição se Aécio Neves for vice de Serra?
- Nós decidimos no partido não tratar disso. Não faz sentido para nós políticos cuidar disso agora.
- O que o senhor espera da campanha?
- O que já começou a ser feito. Terrorismo e mentira. Documentos do Ministério do Desenvolvimento Social, de maneira explícita, levantam suspeitas que o próximo governo não deverá continuar com o Bolsa-Família. É uma ação desavergonhada e não ética. É o padrão que está sendo desenvolvido aí. Estamos enfrentando um adversário que não respeita limite, não os considera e que não faz a menor questão de falar a verdade.
- O Serra será o anti-Lula na campanha?
- Não. O Serra não será. O Serra tem de se posicionar, como já se posiciona, como o José Serra, do PSDB, partido que fez muito pelo Brasil e que vai fazer muito mais.
- De que forma o PSDB pretende apresentar o Serra na campanha?
- Não vamos precisar fazer nenhuma cirurgia nele. Ele vai ser como ele é, como foi. A gente sabe qual o candidato que nós temos e confiamos nele”.

Transportes no Rio é enganação

7 de fevereiro de 2010 por Dacio Malta

Do jornalista Elio Gaspari:
O deputado Alessandro Molon (PT-RJ) está coletando assinaturas para instalar uma CPI destinada a abrir a caixa-preta da Agetransp, a agência reguladora dos serviços do Metrô, dos trens da SuperVia e das barcas do Rio de Janeiro. Grande ideia, mas ficou faltando interesse pela mãe de todas as caixas, a das companhias de ônibus municipais. Em geral, as CPIs dão em nada, quando não resultam em coisa pior, mas nem isso a bancada do governador Sérgio Cabral aceita. Seu anjo de guarda, o deputado Jorge Picciani, presidente da Assembleia Legislativa, anuncia que vetará a iniciativa.
O Metrô do Rio tem transportecas arrogantes que mexem nos ramais sem se preocupar com o suplício que impõem aos clientes. A SuperVia tem trem que sai por aí sem maquinista e seguranças que chicoteiam os passageiros. As companhias de ônibus têm mais: cultivam um política extorsiva de tarifas e, com a cumplicidade dos prefeitos, bloqueiam a implantação do Bilhete Único, prometido por Cabral em 2007 e pelo seu prefeito, Eduardo Paes, em 2008, quando pedia votos.
Governadores, prefeitos, amigo$ e caixa$ de campanhas colocaram o Rio numa situação socialmente humilhante. Até 2004, quando a prefeita Marta Suplicy instituiu o Bilhete Único em São Paulo, as duas cidades estavam num mesmo patamar de desgraça no transporte público. Hoje, 50% dos paulistanos avaliam que os serviços de ônibus e de trens estão entre bom e ótimo. O Metrô vai a 82%. No Rio, esse índice de satisfação talvez não seja atingido nem entre os diretores das concessionárias.
O vexame não é consequência da herança escravocrata, do patrimonialismo ibérico ou da mudança da capital para Brasília. É obra de governos demófobos. Quem fez a diferença em São Paulo foram administradores petistas e tucanos que decidiram tirar o transporte público da vala.
Basta comparar a situação nas duas cidades.
O paulistano paga R$ 2,70 pelo seu Bilhete Único, tem direito a quatro viagens de ônibus num intervalo de três horas. O novo bilhete intermunicipal do Rio custa R$ 4,40, com direito a duas viagens de ônibus, trem ou metrô, por duas horas.
O Bilhete Único de São Paulo atende a todo o município e é usado em 12 milhões de viagens/dia. No Rio essa tarifa só existe para percursos intermunicipais. Estima-se que venha a atender 1,5 milhão de viagens/dia.
Desde ontem, com a nova tarifa municipal de R$ 2,35, um trabalhador que toma dois ônibus para chegar ao trabalho, mais outros dois na volta para casa (ao longo de 25 dias), gasta R$ 235. O de São Paulo gasta R$ 135. Com a diferença de R$ 100, tem direito a sete refeições de R$ 13,75 no carro-chefe do Mc Donald’s (BigMac, batatas fritas na porção média, e um refrigerante médio). Para ele, almoço grátis existe.
(Na comparação com o bilhete intermunicipal do Rio, a diferença cai para seis refeições.)
O sistema de transportes públicos do Rio fez uma opção preferencial pela tunga dos passageiros dos ônibus. Antes da criação do bilhete intermunicipal de R$ 4,40, o cidadão que fazia duas viagens sobre trilhos pagava, e continuará pagando, R$ 3,80. Noutra modalidade de integração, passageiros de quatro cidades da Baixada Fluminense pagam R$ 4,00 pelo percurso ônibus-metrô. Os dois sistemas, privados e lucrativos, atendem cerca de 20 mil passageiros/dia.
A política de tarifas dos ônibus, do Metrô e dos trens do Rio é paleolítica. Nenhum concessionário dá desconto de fidelidade aos usuários. Em São Paulo a passagem de Metrô custa R$ 2,65. Se o cliente compra 50, fica por R$ 2,33. (Sobram R$ 16 para o McDonald’s.) O Metrô do Rio prometeu esse tipo de desconto e quem acreditou fez papel de paspalho (inclusive o signatário). A Fetranspor carioca, que administra os altos interesses das empresas de ônibus, criou um RioCard, prometeu o programa de descontos e bobo foi quem acreditou (inclusive, de novo, o signatário)”

As entrelinhas de José Dirceu

6 de fevereiro de 2010 por Dacio Malta

Diz o ex-ministro José Dirceu em seu blog:
“Aviso aos navegantes, uma vez que para bom entendedor, meia palavra basta….. Vejam a nota sobre Ciro Gomes, na Folha de hoje:
Ciro critica Dilma e afirma que falta experiência à ministra. O pré-candidato do PSB à Presidência adotou ontem em Recife o discurso dos tucanos contra a presidenciável do PT, Dilma Rousseff. “Quantas eleições ela já disputou? Lamento, e pouco importa se parece com o [que diz José] Serra ou não”, disse, referindo-se ao pré-candidato do PSDB”.
O curioso é que o título da nota de Dirceu é ‘Nas Entrelinhas”.
Mas quais entrelinhas?
Dirceu queria que Ciro fosse mais claro?
Aliás, de Ciro Gomes pode-se dizer tudo, menos que ele use entrelinhas. O deputado arruma confusão justamente porque não tem papas na língua e nem entrelinhas.
Quem está usando entrelinhas, no caso, é o proprio Zé Dirceu, que critica Ciro pelo conceito que ele fez de Dilma Rousseff, mas não o enfrenta quando foi chamado de golpista e disse que o mandaria “pastar”.

Cabral é cercado de serristas

6 de fevereiro de 2010 por Dacio Malta

Não tem porque duvidar da lealdade de Sergio Cabral a Lula.
O Presidente funciona como um verdadeiro paizão para o governador, e Cabral está sinceramente agradecido.
Já Dilma Rousseff tem um longo trabalho pela frente para conquistar a simpatia do governador, e isso nada tem a ver com o episódio da visita que a ministra fez ao ex-governador Garotinho.
Só que Cabral é cercado por pessoas que não acham a menor graça na candidatura de Dilma.
Basta ver os que viajaram recentemente com Cabral para Europa: Joaquim Levy, Julio Bueno e Marcia Lins.
O primeiro fala horrores da ministra. Reclama de seu autoristarismo e é eleitor confesso de Serra.
Julio Bueno não chega a ser serrista. Ele é antes de mais nada fernandista. Bueno é fã número 1 de Fernando Henrique Cardoso e, desde o primeiro dia de governo, nunca escondeu isso de ninguém. Ele vota no PSDB seja quem for o candidato.
Maria Lins, a secretária de Turismo, Esporte e Lazer, é ligada ao prefeito Eduardo Paes. Por sua formaçáo e alianças, imagina-se quais as suas preferências.
Há quem duvide que Cabral consiga a maioria dos votos para Dilma, entre os seus secretários.

Cabral ‘comemora’ vitória de Temer

6 de fevereiro de 2010 por Dacio Malta

Se alguém tinha duvidas sobre a união do PMDB em torno de Michel Temer, a convenção do partido deixou tudo muito claro.
De um total de 597 votos, Temer obteve 591.
A união é tamanha que, na foto comemorativa da vitória, quando todos se dão as mãos, quem está segurando na mão esquerda de Temer é o governador Sergio Cabral.
Nada mais falso, mas também muito significativo.

Roberto Carlos está renovado

6 de fevereiro de 2010 por Dacio Malta

Depois de comemorar seus 50 anos de carreira, o ‘Rei’ Roberto Carlos prova que está  mais maduro. Ao ser indagado sobre as melhores coisas da vida, ele não titubeou:
 “A coisa mais gostosa da vida é sexo com amor, não tem discussão. A segunda é sexo: é a melhor coisa da vida e se alguém negar é hipocrisia. A terceira é sorvete. Bicho, eu adoro sorvete”.
Há 20 anos, ele diria que as melhores coisas da vida seriam o amor a Jesus Cristo,  os carrões e, obviamente,  sorvete.

Roberto Carlos quer distância de Arruda

6 de fevereiro de 2010 por Dacio Malta

 Mais uma prova do amadurecimento de Roberto Carlos está hoje estampado no ‘Estadão’, em matéria assinada por Roberta Pennafort:
“Convidado pelo governo do Distrito Federal para fazer o show de comemoração pelos 50 anos de Brasília, o cantor Roberto Carlos deve recusar o chamado. Segundo seu empresário, Dodi Sirena, “seria delicado” aceitar o convite do governador José Roberto Arruda no momento em que é alvo de denúncias de corrupção.
O convite foi insistente e Roberto gostou pelo fato de uma pesquisa ter mostrado que a população queria vê-lo. “Mais até do que cantores internacionais, como a Madonna”, contou Sirena. “É uma honra celebrar os 50 anos da capital, mas, por outro lado, o Brasil inteiro está indignado com essa situação. Houve desvio de um dinheiro que é nosso, do contribuinte. A gente prefere não se expor. Não descarto totalmente, mas as chances são remotas”, afirmou o empresário.
Sirena admitiu rever a decisão caso um novo convite seja feito pelo governo federal. Segundo ele, se o pedido vier do “governo Lula” e não da administração Arruda, Roberto Carlos poderia participar das comemorações do aniversário da cidade.
O show seria em abril. No período, o cantor estará em turnê internacional. Seria preciso que fizesse um pequeno intervalo nas apresentações para participar das celebrações”.

General precisa ler guia sobre gays

5 de fevereiro de 2010 por Dacio Malta

O  general  Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, aquele que aconselhou os gays militares a continuarem dentro do armário, terá à sua disposição, a partir de maio, um bom livro de cabeceira, caso seja ele aprovado ou não para o cargo de ministro do Superior Tribunal Militar.
Já foram entregues a Editora Record, os originais do livro “Cuidado! Seu Príncipe pode ser uma Cinderela  - Guia Prático para Identificar um Gay no Armário”, das jornalistas Ticiana Azevedo e Consuelo Dieguez.
O livro sairá pelo selo Best-Seller, e com uma edição seis vezes superior as tiragens normais.
Ou seja: quando o assunto é viadagem, o sucesso é sempre garantido.
O guia ensina como descobrir os enrustidos em 10 peneiradas. O que está no armário poderá passar pela primeira peneirada, pela segunda, e assim por diante, mas nunca resistirá as 10.
Para o general Cerqueira, será sem dúvida um grande aprendizado.
Para tornar-se ministro do STM, ele depende ainda da aprovação do plenário do Senado, e tomara que o rejeitem!!!
O general – com certeza um homem com problemas - ao tratar os gays como “indivíduos desse tipo”, chegou a dizer que, nas Forças Armadas, a tropa se recusaria a acatar ordens de um homossexual. Exagero dele. O próprio Exército já teve comandantes gays. E ele sabe disso.
Talvez tenham obtido sucesso, pois nunca abandonaram o armário.