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Eike, o bôbo da Côrte

31 de agosto de 2010 por Dacio Malta

       De Renata Lo Prete, no Painel:
“Ao descer do elevador na visita à favela Dona Marta, Lula foi abordado por um funcionário da Cedae, companhia de saneamento do Rio, que distribuía água aos presentes. Depois de beber, o presidente autografou o copo e o devolveu ao funcionário, que abriu um sorriso e disparou, levando os presentes às gargalhadas:
-Vou vender para o Eike Batista e ganhar uma nota!”

Colocando os pingos nos iii

31 de agosto de 2010 por Dacio Malta

     De Ilimar Franco, no Panorama Político, de ‘O Globo’:
“Em palestra ontem no comitê da campanha de José Serra no Rio, Ronaldo Cezar Coelho (PSDB) disse que foi ele quem apresentou os genéricos ao tucano. Afirmou também que foi ele quem reuniu o pessoal da PUC para planejar o Plano Real. O Fernando Henrique estava lá com cara de paisagem, disse Ronaldo, que é candidato a suplente de senador de Cesar Maia (DEM). O tema era “O Brasil que nós queremos”.

Rejeição de Dilma é menor que a de Lula

30 de agosto de 2010 por Dacio Malta

   Da repórter Cristiane Agostine,do ‘Valor Economico’:
“A comparação entre os resultados de pesquisas do Ibope das eleições de 2010, 2006 e 2002, divulgadas no fim de agosto, mostra um cenário semelhante. A diferença de 24 pontos percentuais entre Dilma Rousseff (PT) e seu principal adversário na disputa pela Presidência, José Serra (PSDB), revelada no fim de semana, é parecida com a de quatro anos atrás (27 pontos), quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disputou com Geraldo Alckmin (PSDB) e maior em relação a de 2002 (18 pontos percentuais), quando Lula e Serra eram os candidatos. A rejeição, no entanto, apresenta diferenças e sinaliza uma vantagem à candidata Dilma Rousseff (PT). Dos entrevistados, 18% disseram que não votariam na petista de forma nenhuma e 27% não escolheriam o tucano nas urnas. Há quatro anos, a rejeição de Lula era de 24% e há oito anos era ainda maior, de 30%.
As pesquisas comparadas foram realizadas após o início da propaganda eleitoral gratuita. Os levantamentos do mesmo período, das três eleições mais recentes, indicam que aumentou a rejeição de Serra em relação a 2002. Naquela eleição, 22% dos entrevistados não votariam no tucano em nenhuma hipótese. Geraldo Alckmin manteve o percentual em 2006, com 21% de rejeição. Agora a rejeição de Serra aumentou cinco pontos percentuais em relação à primeira vez em que ele se candidatou à Presidência.
Em 2006, na pesquisa de 27 de agosto, a avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva era de 44% de ótimo ou bom e 17% de ruim ou péssimo. Na pesquisa de 27 de agosto deste ano a avaliação positiva foi para 78% e a negativa, para 4%.
A margem de erro da pesquisa divulgada pelo Ibope no fim de semana é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Dilma tem 51% dos votos e Serra, 27%. A petista poderia vencer no primeiro turno, com 59% dos votos válidos. Marina Silva, do PV, tem 7% das intenções de voto e os outros candidatos, 1%.
A vantagem de Dilma parece ter se refletido também nas eleições estaduais e indica vantagem aos candidatos apoiados pelo governo federal, tanto na disputa pelos governos dos Estados quanto para o Senado. As pesquisas do Ibope e do instituto Datafolha, que também divulgou resultados no fim de semana, indicam que no Senado a oposição ficaria com um terço das vagas nos colégios eleitorais onde foram realizados os levantamentos. Os institutos ouviram eleitores de sete Estados e do Distrito Federal. O melhor cenário na disputa estadual para a oposição é em São Paulo, com Geraldo Alckmin com 47% das intenções de voto. A diferença entre o tucano e o candidato do PT, Aloizio Mercadante, no entanto, caiu 12 pontos. Os tucanos têm chance de vitória também em Minas. O governador e candidato à reeleição, Antonio Anastasia (PSDB), cresceu oito pontos e está em empatado tecnicamente com o ex-ministro Helio Costa (PMDB).
A pesquisa Ibope reforça o descolamento do voto entre Serra e Alckmin em São Paulo. Dilma está à frente de Serra no Estado, com 42% dos votos a 35%, apesar de Alckmin liderar a disputa estadual”.

As lições das pesquisas

29 de agosto de 2010 por Dacio Malta

                                                   Marcos Coimbra*

    
      Os estudos que o professor Marcus Figueiredo e sua equipe estão fazendo sobre as pesquisas nas eleições presidenciais deste ano são importantes por várias razões.
Sediados atualmente na UERJ (depois dos problemas pelos quais passou o Iuperj, a instituição à qual estavam vinculados) formam o grupo brasileiro mais especializado no assunto, com significativas contribuições para a avaliação e o desenvolvimento das pesquisas de opinião em nossa sociedade.
Seu núcleo, o Doxa Laboratório de Pesquisa em Comunicação Política e Opinião Pública, acompanha, desde 2008, as pesquisas publicadas sobre a evolução das intenções de voto na sucessão de Lula. A base que utilizam são os trabalhos dos quatro institutos que divulgam resultados nacionais mais frequentemente.
O que tem maior regularidade é o Sensus, com as pesquisas que desenvolve para a Confederação Nacional dos Transportes (CNT). Dela é, portanto, a série mais completa ao longo do período. A seguir vem o Ibope, que tem um contrato de pesquisas trimestrais com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Datafolha e
Vox Populi publicaram pesquisas intermitentes até o fim do ano passado. Ao longo de 2010, todos divulgaram muitas.
Confirmando o que o Doxa já havia identificado nas eleições presidenciais depois da redemocratização, os quatro institutos fizeram um acompanhamento coerente da evolução das intenções de voto a partir de fevereiro de 2008, data do primeiro levantamento. As discrepâncias entre eles, que viraram assunto há alguns meses, não são relevantes.
Colocando lado a lado as pesquisas dos quatro, vemos uma linha de evolução natural da eleição de 2010. Já no fim de 2008, quando eram sete as pesquisas publicadas, percebia-se o sentido apontado pelos levantamentos: Dilma tendia a subir e Serra a cair.
Ao longo de 2009, foram divulgadas 14 pesquisas. O Doxa procurou a função matemática que mais se ajustava aos dados levantados pelos quatro institutos para os dois candidatos, com a qual podia estimar em que lugares estariam em pesquisas futuras (se, naturalmente, os motivos que os haviam levado àquelas posições não se alterassem). Essa função previa que as duas tendências se manteriam: crescimento
de Dilma e queda de Serra. Ela havia começado o ano com 13% (segundo o Sensus) e terminado com 23% (segundo o Datafolha). Nas mesmas pesquisas, Serra foi de 43% a 37% e sua vantagem se reduziu à metade. Em 2010, até 20 de agosto, foram publicadas 26 pesquisas dos quatro institutos. As estimativas feitas a partir dos dados de 2009 previam que Dilma ultrapassaria Serra entre o fim de abril e o início de maio, que foi quando, segundo cinco pesquisas feitas naqueles dias, ela aconteceu. Previam que a candidata do PT continuaria a subir e que a distância entre ela e o candidato do PSDB cresceria, que foi o que todas apontaram. Os quatro institutos foram coerentes entre si e seus resultados coerentes no tempo.
Em outras palavras: cada novo resultado de um era coerente com os dos demais e com seus resultados anteriores. Era possível antecipar quase exatamente o que diriam as próximas a ser divulgadas, seja vendo as dos demais institutos, seja levando em conta a série de cada um.
Na reta final da campanha, os únicos resultados que fugiram do esperado foram as duas pesquisas de julho do Datafolha, com o empate entre Dilma e Serra. Já antes, em maio, no momento da ultrapassagem, o instituto havia captado mal o processo, corretamente percebido pela Vox e pela Sensus, e, logo a seguir, pelo Ibope. Mas o positivo é que todos, incluindo o Datafolha, voltaram a ser coerentes no fim de agosto.
Salvo, então, um ou outro percalço de algum instituto, as pesquisas de opinião nos ajudaram a entender a eleição que estamos fazendo. O trabalho conjunto dos institutos traçou um retrato nítido: uma eleição sem sobressaltos, sem oscilações bruscas, marcada pela previsibilidade.
Seu ritmo foi ditado pela gradual difusão da informação sobre quem encarnava aquilo que a população desejava: a continuidade de um governo aprovado quase unanimemente, seja lá por quais razões. E o consequente crescimento da candidata que a representava.
As pesquisas, mesmo quando seus responsáveis torciam para que dissessem algo diferente, nunca deixaram de mostrar a mesma coisa: o favoritismo de Dilma, que agora ficou evidente para todos.
*Marcos Coimbra, sociólogo, é presidente do Insituto Vox Populi e escreve para o ‘Correio Brasilense’.
 
 

Datafolha: Dilma é mais preparada que Serra

29 de agosto de 2010 por Dacio Malta

      Do repórter Silvio Navarro, da ‘Folha’:
“Em três meses, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, passou a ser vista pelo eleitorado como a “mais preparada” para governar o país e administrar áreas como educação, economia e segurança. É o que aponta o detalhamento da última pesquisa Datafolha.
O levantamento feito nos dias 23 e 24 deste mês mostra que a exposição da petista gerou mudanças significativas na visão do eleitor. Dilma hoje é considerada “mais preparada” para ser presidente por 42% dos entrevistados, contra 38% de José Serra (PSDB). Na última pesquisa a incluir essa questão, em maio, Serra tinha 45%, ante 29% dela.
Seu desempenho evoluiu no Sudeste (+ 14 pontos), no Nordeste (+ 18 pontos) e entre os mais jovens, de 16 a 24 anos (+ 17 pontos).
Ela passou o tucano nos quesitos de melhor nome para combater a violência (38% a 30%), cuidar da educação (41% a 31%), manter a estabilidade econômica (49% a 28%) e lutar contra o desemprego (46% a 28%).
Serra mantém a dianteira (47% a 33%) na saúde, área em que concentra sua propaganda eleitoral e da qual foi ministro no governo FHC.
O salto nos índices de Dilma está ligado à TV: 71% dos que acham a propaganda dela melhor a têm como mais habilitada para o cargo.
Apesar da subida de Dilma em todos os quesitos, Serra é apontado como mais experiente (51% a 31%) e inteligente (36% a 34%). Mas ele perdeu 13 pontos em “experiência”, e ela ganhou 14.
Dilma é avaliada como mais autoritária (37% a 30%), porém mais simpática (37% a 26%) do que Serra.
Para 41% dos eleitores, Serra defenderá mais os ricos, ante 17% de Dilma. Já 45% dizem que ela governará mais para os pobres, contra 20% do tucano”.
Marina Silva (PV) perdeu pontos em todas as áreas. Seu melhor desempenho é sobre defesa dos pobres (13%) e simpatia (14%)”.

DEM e FHC reclamam de Serra

29 de agosto de 2010 por Dacio Malta

     Do colunista Ilimar Franco, no ‘Panorama Político’
“O DEM e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso têm reclamado da linha da campanha de José Serra (PSDB). Dizem que ela é despolitizada por ter feito sua aposta no confronto de perspectivas gerenciais. Eles gostariam de ver na TV temas como política externa e direitos humanos. Avaliam que isso poderia recuperar o terreno perdido nas regiões Sul e Sudeste. A dificuldade, segundo eles, é que Serra não ouve conselhos.
A preocupação do DEM é com o desmonte da oposição. O horizonte traçado pelos demistas é que, além de a oposição sair das eleições menor na Câmara e no Senado, ainda ficará órfã de discurso.
Um dos principais incômodos do DEM e de Fernando Henrique é com a estratégia de exibir o presidente Lula como um estadista.
Também consideram um erro a ênfase em temas como os mutirões de saúde.
Isso é discurso para as camadas mais pobres do Nordeste, que não vão votar na  gente mesmo, disse um aliado. Eles também criticam o fato de a campanha estar toda centrada na personalidade de Serra, e não em um projeto político”.

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Outra carta de Dorinha

29 de agosto de 2010 por Dacio Malta

                                              Luis Fernando Verissimo*

 
      Recebo outra carta da ravissante Dora Avante. Dorinha, como se sabe, sempre esteve envolvida com política, embora negue que fosse cabo eleitoral do Epitácio Pessoa. Ela confirma que carregou, sim, o Getúlio Vargas no colo, mas diz que ele já era presidente na ocasião. À frente do grupo de pressão Socialaites Socialistas, que luta pela implantação no Brasil do socialismo na sua etapa final, antes da volta ao tzarismo, Dorinha chegou a ser cogitada como candidata a presidente da República.
Foi descartada, justamente quando já tinha acertado com o PMDB todos os cargos que eles teriam no governo em troca do seu apoio, segundo ela, porque queriam uma mulher, mas não mulher demais. Apesar disso ela e seu grupo (Tatiana Tati Bitati, Susana (Su) Cata, Olenka (Ó) Minas Gerais e outras) continuam ativas, num trabalho de conscientização política da população visando às próximas eleições.
No momento, por exemplo, fazem um seminário reunindo os seus personal trainers, para… Mas deixemos que a própria Dorinha nos conte. Sua carta chegou, como sempre, escrita com tinta roxa em papel grená, perfumado com Ravage Moi, o único perfume do mundo que vem com um habeas corpus preventivo para o caso de prisão por atentado ao pudor.
Caríssimo. Beijos disseminados.
Como você sabe, todas as Socialaites Socialistas têm personal trainers em diferentes estágios de evolução. O meu, Jorjão, é da era quaternária, quando apareceram os primeiros bíceps. Cada uma de nós tem seu personal mas fazemos intercâmbio, para escapar da rotina, que é a segunda maior inimiga de uma vida sexual saudável depois da comichão de fundo alérgico.
São todos eles bons rapazes, surfam, correm e fazem abdominais com muita  inteligência, mas são inocentes em matéria de política. Tivemos que repetir a primeira aula do seminário, sobre o voto eletrônico e a máquina de votar, porque nem todos entenderam o conceito de tecla. O Jorjão, especialmente, vem acompanhando com atenção os programas eleitorais e ainda não conseguiu compreender por que o Serra, que é candidato à Presidência, está fazendo a propaganda do Lula, que ele nem sabia que também é candidato à Presidência, enquanto o Lula apoia a Dilma para o mesmo cargo. Tenho tentado explicar mas também me atrapalho, ainda mais quando ele começa a morder minha orelha.
Da tua confusa Dorinha.
*Veríssimo escreve para ‘O Globo’.

Hélio está se afogando em MG

29 de agosto de 2010 por Dacio Malta

Da ‘Folha’:
“Candidato à reeleição ao governo de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB) subiu 8 pontos percentuais e chegou a 35% das intenções de voto, segundo pesquisa Ibope para “O Estado de S. Paulo” e a TV Globo.
Ele empatou tecnicamente com o peemedebista Hélio Costa (33%). A margem de erro da pesquisa, feita entre os dias 24 e 26, é de 2 pontos. A pesquisa está registrada no TSE”.

DEM quer acabar com Prouni

29 de agosto de 2010 por Dacio Malta

                                     Elio Gaspari*

      Em benefício da qualidade do debate eleitoral, é necessário que seja esclarecida uma troca de farpas entre Dilma Rousseff e José Serra durante o debate do UOL/Folha. Dilma atacou dizendo o seguinte: “O partido de seu vice entrou na Justiça para acabar com o ProUni. Se a Justiça aceitasse o pedido, como você
explicaria essa atitude para 704 mil alunos que dependem do programa?”
Serra respondeu: “O DEM não entrou com processo para acabar com o ProUni. Foi uma questão de inconstitucionalidade, um aspecto”.
Em seguida, o deputado Rodrigo Maia, presidente do DEM, foi na jugular: “Essa informação que ela deu é falsa, mentirosa”.
Mentirosa foi a contradita. O ProUni foi criado pela medida provisória 213 no dia 10 de setembro de 2004. Duas semanas depois o PFL, pai do DEM, entrou no Supremo Tribunal Federal com uma ação direta de inconstitucionalidade contra a iniciativa, e ela tomou o nome de ADI 3314.
O ProUni transferiu para o MEC a seleção dos estudantes que devem receber bolsas de estudo em universidades privadas. Antes dele, elas usufruíam benefícios tributários e concediam gratuidades de acordo com regras abstrusas e preferências de cada instituição ou de seus donos.
Com o ProUni, a seleção dos bolsistas (1 para cada outros 9 alunos) passou a ser impessoal, seguindo critérios sociais (1,5 salário mínimo per capita de renda familiar, para os benefícios integrais), de acordo com o desempenho dos estudantes nas provas do Enem. Ninguém foi obrigado a aderir ao programa, só quem quisesse continuar isento de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, PIS e Cofins.
O DEM sustenta que são inconstitucionais a transferência da atribuição, o teto de renda familiar dos beneficiados, a fixação de normas de desempenho durante o curso, bem como as penas a que estariam sujeitas as faculdades que não cumprissem essas exigências.
A ADI do ex-PFL está no Supremo, na companhia de outras duas e todas já foram rebarbadas pelo relator do processo, o ministro Carlos Ayres Britto. Se ela vier a ser aceita pelo tribunal, bye bye ProUni.
Quando o PFL/DEM decidiu detonar a medida provisória 213, sabia o que estava fazendo. Sua petição, de 23 páginas, está até bem argumentada. O que não vale é tentar esconder o gesto às vésperas de eleição.
Em 1944, quando o presidente Franklin Roosevelt criou a GI Bill que, entre outras coisas, abria as universidades para os soldados que retornavam da guerra, houve políticos (poucos) e educadores (de peso) que combateram a iniciativa.
Todos tiveram a coragem de sustentar suas posições. Em dez anos, a GI Bill botou 2,2 milhões de jovens veteranos nas universidades, tornando-se uma das molas propulsoras de uma nova classe média americana.
O ProUni não criou as bolsas, ele apenas introduziu critérios de desempenho e de alcance social para a obtenção do incentivo. Desde 2004 o programa já formou 110 mil jovens, e há hoje outros 429 mil cursando universidades. Algum dia será possível comparar o efeito social e qualificador do ProUni na formação da nova classe média brasileira. Nessa ocasião, como hoje, o DEM ficará no lugar que escolheu.
*Elio Gaspari é jornalista e escreve para ‘O Globo’ e a ‘Folha’.

Existe ficha limpa contra isso?

29 de agosto de 2010 por Dacio Malta